Saímos de Lisboa em direção a Évora (incrível como estamos apenas a 1h30 de viagem), onde desfrutámos de um belo de um jantar alentejano no restaurante São Luís, com pessoas simpáticas, comida ótima e vinho saboroso, em que no final, a barrigada era tão grande, que ir para o hotel (M’ar de Ar Muralhas) seria pior do que indigesto, então, toca de ir dar um passeio pela cidade e beber um copo, naquele que nos pareceu o bar mais animado! No dia seguinte, o passeio foi matinal, com uma luz e temperatura agradabilíssimas, que nos fizeram respirar a cidade e absorver toda aquela tradição monumental e paz natural, possível naquela capital de distrito. 
Rumámos ao sul, a Herdade de Malhadinha fica a 30 km’s de Beja e é absolutamente incrível – um paraíso no meio do nada… Resolvi marcar nesta Herdade depois de ter lido um post da Cócó na Fralda, que após a sua estadia por aquela zona, escreveu de forma a que ficasse de bicho-carpinteiro por também ir lá dar uma escapadela e uma coisa eu garanto, se após pesquisar no site e ler as linhas escritas pelas Cócó tinha ficado maravilhada, meus amigos, a Herdade consegue surpreender e suplantar as expectativas.
Depois de um fim-de-semana destes, em que me foi possível desfrutar de uma cidade, do campo e da praia, com a companhia ideal… ou seja, depois de um fim-de-semana de qualidade incomparável, confesso que nem foi difícil regressar à realidade, pois tudo tem o tempo certo e eu sei que mais fins-de-semana destes virão, aliás, o próximo será já em Maio! :)
Tudo muito bem conseguido: uma casa com 10 quartos, uma sala e cozinha comuns, muito acolhedora e apesar da traça tradicional, com uma decoração sofisticada e de muito bom gosto, um jardim com um alpendre, relva, piscina, pufs, etc., no meio de vinhas é absolutamente soberbo. Um restaurante com iguarias que nos fazem estar 3h à mesa, uma visita pela Herdade (oferta), seguida de uma prova de vinhos… Diversas atividades, em que um fim-de-semana no meio do campo não se torna de todo aborrecido! Ah! E como me podia estar a esquecer de fazer referência à simpatia das pessoas – encantáveis, sempre com um sorriso natural e constantemente dispostas a tornarem a nossa estadia inesquecível, nunca transparecendo forçada uma única palavra… 
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(aconselho a visita ao site)
De regresso, o tempo convidou a um almoço na Comporta e à travessia de barco…
E também, depois de tudo isto, pergunto-me como podemos nós constantemente dizer mal de Portugal?!
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