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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Masterchef Kids



Tenho visto nestes últimos dias as temporadas do Masterchef Kids Austrália e América e a cada episódio a minha boca fica aberta. É incrível como crianças tão novas preparam refeições com tal grau de dificuldade. Os conhecimentos que têm dos ingredientes, o manuseamento dos utensílios de cozinha, a imaginação que têm, etc., etc.. Sinceramente, a minha alma pasma e está ao mesmo tempo, cada vez mais viciada nestes 2 formatos.

Não me lembro com que idade comecei a sequer mexer no fogão, tenho a impressão de que até ser uma adolescente a minha Mãe nem me deixava chegar perto dele. Cozinhar, cozinhar, com alguma frequência, penso que só mesmo quando fui para a faculdade, pois vivia sozinha e não havia alternativa. E mesmo assim, até vir para Lisboa, tinha que obrigatoriamente ter amigos em casa a jantar/almoçar, para me obrigar a pegar nas panelas.

Admiro todas aquelas crianças, a sua energia na cozinha, os testes de pressão por que têm de passar ao longo do programa, algumas mal chegam à bancada, mas nada as impede! Já descobriram o seu dom, trabalham para ser cada vez melhores, é impressionante! Os meus parabéns a todas!


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

"12 Anos Escravo"

Ontem fui finalmente ver 12 Anos Escravo e devo dizer que A-D-O-R-E-I! A história arrepia por ser verdadeira, só de pensar que a escravatura realmente existiu, assusta qualquer pessoa; pior, só de pensar que mesmo hoje em dia, ainda existem pessoas que a vivem na pele (talvez não de forma tão gritante como naquela época, mas mesmo assim, a escravatura existe), dá vontade de, a quem a pratica, amarrar a um tronco e chicotear até implorar que pare.

Mas, voltando ao filme, excelentes interpretações e o que mais me entusiasmou, foi o facto de não parecer forçado, de não parecer um filme, de nos transmitir, sem exageros, como tudo se passava. Steve McQueen foi brilhante no seu trabalho!

Já várias pessoas tinham ido ver o filme e a opinião era unânime, um filme muito bom, mas arrepiante, duro, com impacto e eu, preparei-me para o pior, preparei-me para imagens de terror, impressionantes, porém, graças a Deus, não saí de lá horrorizada, nem com o estômago às voltas e por isso mesmo acabei por desfrutar e aproveitar cada segundo.

Recomendo! Este, é um daqueles que vale mesmo a pena, que nos transporta, que nos absorve, que fazem da 7ª arte, realmente uma arte.





O que realmente me surpreendeu foi a participação do Brad Pitt, eu nem fazia a mínima ideia que ele entrava também no filme. Tem um papel importante, mas secundário e eu só espero que agora as suas atuações não passem todas a ser deste foro, pois é um talento que se perde. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

"A Gaiola Dourada"


Finalmente fui ver o filme de que todos falam e devo confessar que mesmo com as expectativas bem lá em cima, pois pelos vistos é o filme do momento, quer em Portugal, como em França, ultrapassando records de bilheteiras, estas não foram nada defraudadas. Adorei!

Depois de ler este post, fiquei um pouco apreensiva, se por um lado tenho medo das expectativas demasiado altas, por outro, fiquei com receio que ninguém quisesse ser diferente e por conseguinte, ninguém apontasse críticas ao filme, mas aqui sim, enganei-me redondamente. O filme, como todos já sabem, está mesmo muito bem conseguido, com excelente humor, imagem e história engraçada, com interpretações fabulosas. Não, não é um grande filme, mas é um filme que nos enche a alma, que nos faz passar um belíssimo bocado, que nos faz rir, afinal, quem não tem um emigrante na família?! 

E o que mais me espantou, foi o facto de, após algumas semanas em sala, a sessão continua praticamente esgotada - já só tivemos bilhetes na lateral e na 4ª fila...

sábado, 4 de maio de 2013

"A Feiticeira de Florença"

Foi sem dúvida dos livros mais difíceis que li. A par com "O Mundo de Sofia", foi dos livros que mais tempo demorei a ler - foram meses de indecisão se continuava com a leitura ou se parava, mas como detesto deixar um livro a meio, por muito que não esteja a gostar, leio-o sempre até à última palavra e das duas vezes que isso me aconteceu, não me arrependi nada, pois a partir de meio do livro, começaram a cativar-me, comecei a ficar cada vez mais embrenhada nas histórias, mesmo que algumas páginas precisassem de bem mais que uma leitura...
Aconselho apenas aqueles que gostam mesmo muito de ler e que gostam de livros descritivos!
Um jovem viajante europeu loiro que se intitula "Mogor dell'Amore", o Mogol do Amor, chega à corte do verdadeiro Grão-Mogol, o imperador Akbar, contando uma história que começa a obcecar toda a capital imperial. O estrangeiro pretende ser o filho de uma princesa mogol perdida, a irmã mais nova de Baber, avô de Akbar: Qara Köz, a "Dama Olhos Negros", uma grande beldade alegadamente possuidora de poderes de encantamento e feitiçaria que é feita cativa, primeiro por um chefe guerreiro uzbeque e a seguir pelo chá da Pérsia, e que e torna por fim amante de um tal Argalia, um soldado de fortuna florentino, comandante dos exércitos do sultão otomano. Quando Argalia regressa à terra natal com a sua amante mogol, a cidade fica hipnotizada com a sua presença, o que dá azo a grandes complicações.
Mas será a história do Mogor verdadeira? Caso o seja, o que aconteceu à princesa perdida? E, se ele mente, terá de morrer?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Anjos e Demónios

“Antes de decifrar ''O Código Da Vinci'', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive a sua primeira aventura em "Anjos e Demónios", quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado num grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima, um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo, é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há 400 anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, o seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Robert Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem um caminho que pode levar ao covil dos Illuminati, um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e a religião.”

O filme abre o apetite a quem, tal como eu, ainda não leu o livro – fiquei com vontade de o devorar! Arrisco mesmo a dizer que gosto mais de Anjos e Demónios do que de Código Da Vinci. Conseguiu cativar-me de outro modo - absorveu-me e deixou-me curiosa.
Para além de que já soube que apesar de algumas diferenças em relação ao livro a adaptação está bem feita, o fundamental está lá, existindo diferenças apenas ao nível de alguns pormenores.

Nota: para quem se impressiona facilmente, o filme tem imagens que podem chocar